Segunda-feira
10 de Dezembro de 2018 - 

News

Cotação Monetária

Moeda Compra Venda
DOLAR 3,90 3,90
EURO 4,44 4,44
LIBRA ES ... 4,97 4,97

Previsão do tempo

Hoje - Contagem, MG

Máx
27ºC
Min
16ºC
Poss. de Panc. de Ch

Terça-feira - Contage...

Máx
28ºC
Min
17ºC
Pancadas de Chuva a

04/12/2018 - 13h12Estado é condenado por prender cidadão inocenteMandado de prisão era para outra pessoa, que tinha sobrenome diferente

Morador de Patos de Minas foi detido depois de ter sido confundido com outra pessoa com mandado de prisão em aberto O Estado de Minas Gerais foi condenado a indenizar um cidadão por detê-lo ilegalmente, já que o mandado de prisão era direcionado a outra pessoa com sobrenome diferente. O valor da indenização é R$ 30 mil, que serão corrigidos monetariamente. Três desembargadores da 19ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais entenderam que houve ilegalidade na prisão, o que justifica a fixação de indenização por dano moral. O autor da ação, morador de Patos de Minas, alegou que ficou preso por 28 dias e somente foi liberado após decisão judicial.  Disse que houve erro crasso ao confundirem seu último sobrenome “Garcia” com “da Silva”. Ele explicou que foi matriculado na Unidade Prisional com nome de terceiro. Disse que passou a ter sérios problemas de saúde, tanto que passou a fazer uso de bolsa de colostomia à época. A sentença de primeiro grau, assinada pelo juiz Afrânio José Fonseca Nardy, do Programa Julgar, condenou o Estado de Minas Gerais a indenizar por omissão, quando tinha o dever legal de agir para impedir o resultado danoso ao cidadão. O Estado de Minas recorreu da condenação, sob a alegação de que os agentes estatais teriam agido no estrito cumprimento de seu dever legal e, no momento da prisão, existiam fortes indícios de que ele seria a pessoa cuja prisão preventiva estaria em aberto.  Ainda, segundo o Estado, o cidadão estava embriagado, no momento da prisão, e não conseguiu se identificar corretamente. O relator do processo, no TJMG, desembargador Carlos Henrique Perpétuo Braga, manteve a sentença de primeira instância e ressaltou que a omissão do Estado é patente, já que privou o cidadão da sua liberdade, sem justificativa plausível, sujeitando-o a sofrimento exacerbado. Os desembargadores Wagner Wilson Ferreira e Bitencourt Marcondes acompanharam o relator do processo. Leia o voto e acompanhe o andamento processual.
04/12/2018 (00:00)
Visitas no site:  606662
© 2018 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia

Contate-nos

Frederico Teotônio - Advocacia & Consultoria Jurídica

Av. José Faria da Rocha  1.684  3º Andar
-  Eldorado
 -  Contagem / MG
-  CEP: 32315-040
+55 (31) 3991-5700+55 (31) 9177-9896
Pressione as teclas CTRL + D para adicionar aos favoritos.